quinta-feira, 14 de abril de 2011

Você sabia que:

ÁLCOOL: A cerveja é uma das bebidas com menor teor alcoólico (3 a 4 %), além disso, a oxidação do etanol da cerveja ocorre rapidamente.
 DIURESE: Devido a presença de ácidos orgânicos, nucléicos e voláteis da fermentação, a cerveja tem um efeito diurético superior ao da água.
CORAÇÃO: Apreciada com moderação, ajuda a manter alto o nível de HDL (colesterol bom) e diminui a hipertensão.
 VITAMINAS: A cerveja contém um teor importante de vitaminas do grupo B e fosfatos.
DIGESTÃO: A cerveja aumenta a produção de ácidos no estômago o que estimula o fluxo de sangue facilitando a digestão.

sábado, 9 de abril de 2011

Ingredientes

A água – A Leveza do Chopp
A água é maior responsável pela qualidade final do chopp, deve ser livre de impurezas, portanto bem filtrada, isenta de cloro e outras substâncias utilizadas na limpeza da água dita potável.
Perfurado na pedra, um poço artesiano de 110m de profundidade é retirada a mais pura e leve água mineral. Esta é usada na fabricação do Dante Chopp.

A Cevada – O Corpo do Chopp
Esse ingrediente para ser utilizado deve ser transformado em malte que é resultado de modificações naturais, provocando a germinação do grão. A cevada maltada é fundamental para o processo, pois ela na sua forma primária não oferece bons resultados em termos de produção, portanto tem que apresentar no mínimo 95% de germinação.
O Dante Chopp é produzido com cem porcento de malte, proporcionando leveza, personalidade e sabor incomparável.

O Lúpulo – O Tempero do Chopp
É uma trepadeira alta, da qual se extrai de suas flores substratos de sabor amargo para equilibrar o sabor adocicado proveniente do malte da cerveja. Na produção de chopp são utilizadas, apenas, as flores femininas maduras em função da sua resina preciosa composta de óleos essenciais que favorecem ao sabor e aroma da cerveja. Utiliza-se para cada galão de cerveja de 30g a 60g de lúpulo, que também auxiliam nas características visuais, pois torna a cerveja mais límpida por funcionar como agente de decantação precipitando proteínas dos ingredientes não-fermentáveis.
A Levedura – O Espírito do Chopp
A levedura é um ingrediente fundamental na produção do chopp, pois são estes microorganismos que realizam o processo de fermentação, por isso também são conhecidos como fermento. São dois tipos de levedura que transformam os amidos em álcool e gás carbônico, cada uma delas será responsável em produzir estilos distintos de cerveja. As leveduras são agrupadas em cepas que de forma grosseira pode ser comparada às raças, portanto, as cepas de Saccharomyces Cerevisiae são responsáveis pelas cervejas de alta fermentação, enquanto as cepas de Saccharomyces Calrsberginses contribuem na fermentação das cervejas de baixa fermentação.

Processo de Fabricação do Chopp

O processo de fabricação
1- Moagem do Malte
O malte é moído para que o amido seja dissolvido em água.

2- Maceração
Depois de moído, o malte passa por um processo de infusão com água quente para que o amido se dissolva e ocorra a formação de açúcares.

 3- Filtragem do mosto
A "pasta" formada é levada ao filtro onde as cascas são separadas, obtendo um líquido açucarado que recebe o nome de mosto.

 4-Fervura
O mosto é fervido para esterilização e evaporação do excesso de água. Nesta etapa é adicionado o lúpulo, responsável pelo amargor e aroma da cerveja.

 5- Resfriamento
O mosto é resfriado e recebe o fermento.

 6- Fermentação
Este processo dura cerca de 7 dias. Nesse período, os açúcares são transformados em álcool e gás carbônico.

 7- Maturação
Dura cerca de 20 dias, tempo em que são aprimorados o sabor, saturação com gás carbônico e a qualidade do produto final.

 8- Filtragem
A cerveja maturada é filtrada para que se torne límpida e brilhante.

 9- Embarrilamento
Após a filtragem, a cerveja é acumulada em tanques. Ao contrário das bebidas industrializadas, o nosso Chopp não recebe pasteurização, anti-oxidantes, espumantes ou colorantes. O Chopp chega até você com o máximo frescor e um sabor característico de produto recém-elaborado. Por isso, deve ser consumido no máximo em 12 dias.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Cervejaria Puro Malte

A cervejaria Puro Malte nasceu em 2005, bem no coração de Brasilia, focado na reconquista da tradição de tomar um verdadeiro chopp. Ser uma cervejaria voltada á sastisfação dos clientes, onde a qualidade será sempre uma opção em detrimento da quantidade associada aos serviços de padrão superior e original. Nosso chopp, fabricado sob rigoroso controle de qualidade, com ingredientes importados e selecioados por mestres cervejeiros altamente qualificados.
Temos: Baris de 30 L e 50 L.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

FABRICAÇÃO DO CHOPP:

As matérias primas essências para fabricação do chopp são:
ü      Água: é o principal componente em quantidade e sendo de baixa salinidade, confere maior qualidade ao chopp.
ü      Malte: é obtido da germinação do grão da cevada, que é especialmente selecionada para produção do chopp.
ü      Lúpulo: é uma planta, importada da Europa e EUA, cujas flores possuem rezimas amargas e óleos essências que caracterizam o sabor do chopp;
ü      Fermento: é o micro organismo ou levedura, diferente em cada cervejaria, que transforma o amido do malte em álcool, na fermentação do chopp.

Chopp

1908 _ O chope chegou ao Brasil com a família Real Portuguesa.
1836 _ A primeira notícia sobre o comercialização de chope no país é um anúncio publicado no jornal do comércio.
1839 _ Os cervejeiros descobriram a baixa fermentação, que resultou um chopp de cor clara, sabor suave e uma maior duração para o consumo.
1876 _ Louis Pasteur publicou estudos ligados á fermentação de microorganismos, que resultou na criação da pasteurização.
1888 _ O suíço Joseph Villiger fundou a manufatura de cerveja  Brahma Villiger e companhia, lançamento comercialmente a marca Brahma.

Antes de iniciar a tiragem

      A tiragem de um bom chopp começa já na encomenda e recepção do material. No momento do transporte, existem cuidados específicos. Os barris sempre devem ser transportados em pé. Deve-se atentar também para o máximo de três unidades. Deve-se atentar também para o fato de que os barris devem ser transportados em caminhões frigoríficos ou lonados, nunca expostos à luz solar. Em qualquer embalagem de bebida existe um prazo de validade. No caso de uma garrafa de cerveja, supõe que o consumo é imediato após a retirada da tampa.
No caso do chopp, logo que for retirado o lacre de proteção e for acoplado o equipamento de extração, recomenda-se consumir todo o seu conteúdo em, no máximo, dois dias. Os cuidados com os barris também influem na qualidade do chopp. Deve-se prestar atenção ao descarregar um barril e ao transportá-lo até o local de estocagem para evitar choques e amassamentos (nunca role um barril), a fim de preservar sua qualidade e integridade química do produto. O compartimento onde os barris são estocados deve ser o mais fresco possível, como uma câmara ou balcão frigorífico, onde a temperatura ambiente deve oscilar entre 3ºC e 5ºC, devendo mantê-los longe de qualquer fonte de calor que ultrapasse estas temperaturas. O lacre do barril só deve ser retirado no momento de acoplá-lo ao sistema. Como o chopp agita-se durante o transporte, o equilíbrio do gás carbônico contido nele é quebrado e, para facilitar a tiragem e reequilibrar a composição da bebida, devemos deixar o barril em repouso por um período de pelo menos um dia antes da utilização.


segunda-feira, 4 de abril de 2011

Historia da cachaça

Cachaça, pinga, ou canha (no Rio Grande do Sul) é o nome dado à aguardente de cana, uma bebida alcoólica tipicamente brasileira. Seu nome pode ter sido originado da velha língua ibéricacachaza – significando vinho de borra, um vinho inferior bebido em Portugal e Espanha, ou ainda, de "cachaço", o porco, e seu feminino "cachaça", a porca. Isso porque a carne dos porcos selvagens, encontrados nas matas do Nordeste – os chamados caititus – era muito dura e a cachaça era usada para amolecê-la. É usada como coquetel, na mundialmente conhecida "caipirinha". É obtida com fermentação da garapa de cana-de-açúcar. Já a fermentação do melaço dá origem a aguardente. A cana-de-açúcar, elemento básico para a obtenção, através da fermentação, de vários tipos de álcool, entre eles o etílico. É uma planta pertencente à família das gramíneas originária da Ásia, onde teve registrado seu cultivo desde os tempos mais remotos da história.bebida de grande importância cultural, social e econômica para o Brasil, e está relacionada diretamente ao início da colonização do País e à atividade açucareira, que, por ser baseada na mesma matériaprima da cachaça, forneceu influência necessária para a implantação dos estabelecimentos cachaceiros. Os primeiros relatos sobre a fermentação vem dos egípcios antigos. Curam várias moléstias, inalando vapor de líquidos aromatizados e fermentados, absorvido diretamente do bico de uma chaleira, num ambiente fechado. Os gregos registram o processo de obtenção da acqua ardens. A água que pega fogo - água ardente. Alquimistas tomam conhecimento da água ardente, atribuindo-lhe propriedades místico-medicinais. Transforma-se em água da vida, e a eau de vie é receitada como elixir da longevidade.
A aguardente então vai da Europa para o Oriente Médio, pela força da expansão do Império Romano. São os árabes que descobrem os equipamentos para a destilação, semelhantes aos que conhecemos hoje. Eles não usam a palavra al kuhu e sim al raga, originando o nome da mais popular aguardente da península arábica: arak, uma aguardente misturada com licores de anis e degustada com água. A tecnologia de produção espalha-se pelo velho e novo mundo. Na Itália, o destilado de uva fica conhecido como grappa. Em terras Germânicas, se destila a partir da cereja o Kirsch; na antiga Tchecoslováquia, atualmente dividida em República Tcheca e República Eslovaca, a destilação da Sleva (espécie de ameixa) gera a slevovice (lê-se eslevovitse). Na Escócia se populariza o whisky, destilado da cevada sacarificada. No Extremo Oriente, a aguardente serve para esquentar o frio das populações que não fabricam vinho. Na Rússia a vodca, de centeio. Na China e no Japão, o saquê, produzido a partir da fermentação do arroz é frequentemente confundido com uma aguardente devido ao seu elevado teor alcoólico, mas é na verdade um vinho. Portugal também absorve a tecnologia dos árabes e destila, a partir do bagaço de uva, a bagaceira.
Já em 1530 os primeiros donatários portugueses decidem começar empreendimentos nas terras orientais do Novo Mundo, implementando o engenho de açúcar com conhecimento e tecnologia adquiridos nas Índias Orientais, vindas do sul da Ásia. Assim surgem na nova colônia portuguesa os primeiros núcleos de povoamento e agricultura.
A geração inicial de colonizadores apreciava a bagaceira portuguesa e o vinho do porto. Assim como a alimentação, toda bebida era importada da metrópole. Num engenho da capitania de São Vicente, entre 1532 e 1548, descobrem o vinho de cana-de-açúcar - garapa azeda, que fica ao relento em cochos de madeiras para os animais, vinda dos tachos de rapadura. É uma bebida limpa, em comparação com o cauim - vinho produzido pelos índios, no qual todos cospem num enorme caldeirão de barro para ajudar na fermentação do milho. Os senhores de engenho passam a servir o tal caldo, denominado cagaça, para os escravos. E logo após isso começou-se a destilar a cagaça, nascendo assim a cachaça. Antonil procura distinguir "aguardente" de "cachaça", mas se considera que essa diferença não existe na prática. Em 1584 o Memorial de Gabriel Soares de Sousa faz referências a "oito casas de cozer méis" na Bahia.
Dos meados do século XVI até metade do século XVII as "casas de cozer méis" se multiplicam nos engenhos. A cachaça torna-se moeda corrente para compra de escravos na África. Alguns engenhos passam a dividir a atenção entre o açúcar e a cachaça. A descoberta de ouro nas Minas Gerais, traz uma grande população, vinda de todos os cantos do país, que constrói cidades sobre as montanhas frias da Serra do Espinhaço. A cachaça ameniza a temperatura.
Incomodada com a queda do comércio da bagaceira e do vinho portugueses na colônia e alegando que a bebida brasileira prejudica a retirada do ouro das minas, a Corte proíbe a partir de 1635 várias vezes a produção, comercialização e até o consumo da cachaça. Sem resultados, a Metrópole portuguesa resolve taxar o destilado. Em 1756 a aguardente de cana-de-açúcar foi um dos gêneros que mais contribuíram com impostos voltados para a reconstrução de Lisboa, destruída no grande terremoto de 1755. Para a cachaça são criados vários impostos conhecidos como subsídios, como o literário, para manter as faculdades da Corte.
Com o passar dos tempos melhoram-se as técnicas de produção. A cachaça é apreciada por todos. É consumida em banquetes palacianos e misturada ao gengibre e outros ingredientes, nas festas religiosas portuguesas - o famoso quentão.
Devido ao seu baixo valor e associação às classes mais baixas (primeiro os escravos e depois os pobres e miseráveis), a cachaça sempre deteve uma áurea marginal. Contudo, nas últimas décadas, seu reconhecimento internacional tem contribuído para diluir o índice de rejeição dos próprios brasileiros, alçando um status de bebida chique e requintada, merecedora dos mais exigentes paladares. Atualmente várias marcas de boa qualidade figuram no comércio nacional e internacional e estão presentes nos melhores restaurantes e adegas residenciais pelo Brasil e pelo mundo.

Dicas - Mestres-Cervejeiros

1 - Cerveja sai pronta da cervejaria: não pede, portanto, envelhecimento. Quanto mais jovem for consumida, melhor será seu sabor.
2 - Deve ser guardada em pé, em lugar fresco e protegido do sol, para evitar oxidação prematura.
3 - Deve resfriar na geladeira sem pressa. "Não coloque no freezer, pois a violência no congelamento prejudica a bebida", afirma Cássio Picolo, um dos maiores experts de cerveja no Brasil.
4 - Depois de gelada, deve ser consumida e jamais voltar à geladeira.
5 - A temperatura ideal para saborear as do tipo pilsen é entre 4 e 6 graus. Tomá-las "estupidamente geladas", como se diz, prejudica tanto a formação de espuma na cerveja, quanto "adormece" as papilas gustativas, comprometendo o sabor.
6 - Copos e canecas pequenos e de cristal são os ideais, pois mantém melhor a temperatura e a espuma. Evite canecas de alumínio, que, além de feias, tiram o prazer de apreciar o visual do líquido dourado.
7 - Resíduos de gordura no copo são fatais para a bebida: acabam com o colarinho e liberam o gás carbônico, deixando o líquido meio choco. Idem para resíduos de detergente.
8 - "Tomar cerveja sem colarinho é uma heresia", ensina outro expert, Norberto D'Oliveira Neto. "Dois dedos de espuma são ideais para reter o aroma e evitar a liberação do gás carbônico.”
9 - A espuma cremosa revela a persistência e bom estado da cerveja. Para aproveitá-la melhor, sirva derramando uma dose. Depois, espere baixar o colarinho. Em seguida, incline o copo até 45 graus, despejando o líquido devagar enquanto o colarinho sobe.
10 - Com 90% de água, a bebida é hidratante. E com apenas 3 a 5 graus de álcool, como as do tipo pilsen, a cerveja estimula o metabolismo - pelo menos quando ingerida moderadamente.
11. Além disso, é rica em vitaminas, carboidratos, proteínas e aminoácidos. Apesar disso, não engorda; é folclore associar o consumo de 80 calorias de um copo de 200 ml com a formação de barriga. Os acompanhamentos gordurosos é que engordam.